sábado, 30 de maio de 2026

** Abrindo Horizontes: Palestra na Unisinos POA : Protocolo socioambiental nas enchentes para prevenção escolar

Protocolo para prevenção nas enchentes na Escola.
A palestra de Débora Cristina Schilling Machry na Unisinos, em 30/05/2026, trouxe à tona a urgência de protocolos socioambientais para escolas diante das enchentes, destacando o papel da educação como espaço de proteção, solidariedade e responsabilidade coletiva. O evento reforçou a necessidade de unir ciência, cidadania e práticas pedagógicas para enfrentar os impactos climáticos em São Leopoldo e região. Contexto da Palestra Data e local: 30 de maio de 2026, manhã, Unisinos – Porto Alegre.
🌍 Desenvolvimento, Responsabilidade e Futuro: Protocolo Socioambiental para Escolas em Períodos de Enchentes Introdução As enchentes recorrentes no Vale do Rio dos Sinos, especialmente em São Leopoldo, têm impactado diretamente a vida escolar e comunitária. A palestra de Débora Cristina Schilling Machry destacou a necessidade de protocolos socioambientais que orientem ações preventivas e emergenciais, reforçando o papel da escola como espaço de cuidado, solidariedade e formação cidadã. Fundamentação Teórica Fritjof Capra: “A educação precisa ser entendida como parte de uma rede de interdependências ecológicas e sociais” (A Teia da Vida, 1996, p. 29). Layrargues: “A crise ambiental é também uma crise civilizatória, que exige repensar valores e práticas sociais” (Educação Ambiental Crítica, 2002, p. 45). Schilling Machry: Em Um sonho de Cícero (2019), a autora já defendia práticas escolares ligadas ao ciclo da água e à preservação ambiental, antecipando reflexões que hoje se tornam urgentes. Impactos das Enchentes em São Leopoldo Em maio de 2024, o Rio dos Sinos atingiu 4,89 metros, provocando alagamentos em escolas e suspensão de aulas. Projetos socioambientais, como hortas escolares e oficinas de sustentabilidade, foram implementados para fortalecer a resiliência comunitária. A revitalização da Escola Maria Edila da Silva Schmidt, com apoio da Unisinos, simbolizou a reconstrução e esperança após os danos. O Protocolo de Enchentes Um protocolo é um conjunto de orientações pré-estabelecidas que evita improvisos e organiza ações coletivas.
1 Mapear áreas de risco Identificar locais vulneráveis dentro e ao redor da escola. Levantar histórico de enchentes Consultar Defesa Civil Criar mapas participativos com alunos Recomendações: Definir rotas e pontos de encontro para emergências. Estabelecer rotas sinalizadas Treinar professores e alunos Garantir acessibilidade 3 Organizar kits de emergência Preparar materiais básicos para situações de enchente. Estoque de água potável Lanternas e pilhas Medicamentos essenciais Lista de contatos de emergência 4 Educar para prevenção Promover atividades pedagógicas sobre mudanças climáticas e cidadania. Oficinas sobre descarte correto de resíduos Projetos de arborização Simulações de evacuação Sources: Prefeitura de São Leopoldo, Unisinos, Capra (1996), Layrargues (2002), Schilling Machry (2019) Discussão A implementação de protocolos escolares fortalece a justiça social e a preservação ambiental, criando comunidades mais preparadas para enfrentar a crise climática. A escola, além de espaço de aprendizagem, torna-se núcleo de proteção e solidariedade. Conclusão O protocolo socioambiental para enchentes é uma ferramenta essencial para garantir segurança, educação preventiva e fortalecimento comunitário. Como destacou Débora Cristina Schilling Machry, pensar em desenvolvimento, responsabilidade e futuro é reconhecer que a escola deve ser protagonista na defesa da vida e do meio ambiente. Bibliografia Capra, Fritjof. A Teia da Vida. São Paulo: Cultrix, 1996. Layrargues, Philippe Pomier. Educação Ambiental Crítica. São Paulo: Cortez, 2002. Schilling Machry, Débora Cristina. Um sonho de Cícero: Preservação das Nascentes, Arroios, Rios e Mares. São Leopoldo: NESC, 2019. Prefeitura de São Leopoldo. Relatórios sobre enchentes, 2024. Unisinos. Projetos de revitalização escolar pós-enchente, 2025. Tema central: Desenvolvimento, responsabilidade e futuro. Proposta: Construção de um Protocolo Escolar de Enchentes, voltado para prevenção, acolhimento e ação solidária. Motivação: As enchentes recorrentes em São Leopoldo, como a de maio de 2024, que afetaram escolas e comunidades, exigem respostas estruturadas . Fundamentos Teóricos Fritjof Capra: “A educação precisa ser entendida como parte de uma rede de interdependências ecológicas e sociais” (Capra, A Teia da Vida, 1996, p. 29). Layrargues: “A crise ambiental é também uma crise civilizatória, que exige repensar valores e práticas sociais” (Layrargues, Educação Ambiental Crítica, 2002, p. 45). Schilling Machry: Em sua obra Um sonho de Cícero (2019), a autora já defendia práticas escolares ligadas ao ciclo da água e à preservação ambiental, antecipando reflexões que hoje se tornam urgentes . Enchentes em São Leopoldo e Escolas Impactos reais: A enchente de maio de 2024 elevou o nível do Rio dos Sinos a 4,89 metros, atingindo escolas e obrigando a suspensão de aulas . Respostas locais: Projetos como hortas escolares, minhocários e oficinas de sustentabilidade foram implementados para fortalecer a consciência ambiental e a resiliência comunitária . Revitalização: A Escola Maria Edila da Silva Schmidt recebeu apoio da Unisinos para reconstrução de espaços afetados, simbolizando esperança e renovação . O que é um Protocolo de Enchente? Definição: Conjunto de orientações pré-estabelecidas para evitar improvisos durante emergências. Objetivos principais: Proteção de vidas: evacuação segura e acolhimento. Educação preventiva: formação cidadã e ambiental. Solidariedade comunitária: organização de ações coletivas. Exemplo prático: Cartilhas escolares que ensinam sobre riscos, descarte correto de resíduos e importância das áreas verdes. Reflexão Final A palestra de Débora Cristina Schilling Machry reforça que a escola não é apenas espaço de aprendizagem de conteúdos, mas também de cuidado e proteção. Protocolos socioambientais são ferramentas de justiça social e preservação ambiental, capazes de preparar comunidades para enfrentar a crise climática. Bibliografia Capra, Fritjof. A Teia da Vida. São Paulo: Cultrix, 1996. Layrargues, Philippe Pomier. Educação Ambiental Crítica. São Paulo: Cortez, 2002. Schilling Machry, Débora Cristina. Um sonho de Cícero: Preservação das Nascentes, Arroios, Rios e Mares. São Leopoldo: NESC, 2019. Prefeitura de São Leopoldo. “Educação Socioambiental na Escola Barão constrói iniciativas para transformar o mundo”, 2024. Unisinos. “Curso de Arquitetura revitaliza espaço de escola de São Leopoldo após enchente”, 2025.