quarta-feira, 30 de setembro de 2026

75- Saliva: como acontece a contaminação!

Infográfico educativo: Falar enquanto come também espalha gotículas. A imagem explica como gotículas de saliva podem atingir os alimentos e apresenta cuidados de higiene.
DIÁRIO DE CIÊNCIAS — DÉBORA MACHRY

🧪 Falar enquanto come também espalha gotículas!

Ciência, higiene dos alimentos e cuidado com a saúde

Você já parou para pensar no que acontece quando conversamos enquanto comemos?

Ao falar, rir ou conversar com a boca aberta, pequenas gotículas de saliva podem ser liberadas no ambiente. Algumas delas podem atingir superfícies e alimentos que estão próximos.

Por isso, hábitos simples de higiene e cuidado durante as refeições ajudam a proteger a nossa saúde e também a saúde das pessoas que estão ao nosso redor.

💧 Pequenas gotículas podem carregar microrganismos.
Cuidar da higiene dos alimentos é uma atitude de cuidado coletivo.

🔬 O que pode estar nas gotículas?

🦠

Bactérias

Microrganismos que podem estar presentes na boca e nas vias respiratórias.

🧫

Vírus

Alguns vírus podem ser transmitidos por gotículas respiratórias, dependendo da situação.

🔬

Secreções

Gotículas e secreções da boca podem carregar diferentes microrganismos.

🛡️ Por que isso é importante?

Os cuidados durante as refeições ajudam a reduzir a possibilidade de contaminação dos alimentos e contribuem para práticas de higiene e saúde.

  • 🥗 Evitar a contaminação dos alimentos.
  • 🦠 Reduzir a possibilidade de transmissão de microrganismos.
  • 🧼 Fortalecer hábitos de higiene.
  • ❤️ Cuidar da própria saúde e da saúde coletiva.

✅ O que fazer?

🍽️ Mastigue bem os alimentos.
🗣️ Evite conversar com a boca cheia.
🧼 Mantenha bons hábitos de higiene.
🤝 Respeite o espaço e a saúde das outras pessoas.
💭🔎

O QUE VOCÊ OBSERVOU NA IMAGEM?

Como pequenas atitudes durante as refeições podem ajudar a proteger os alimentos e a nossa saúde?

💧🦠🧼❤️

Com pequenas atitudes, você cuida da sua saúde e da saúde de todos!

Diário de Ciências — Débora Machry
Ciências • Educação • Investigação • Meio Ambiente

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Cidade Vive: O cérebro com a música

🧠🎵 Como a Música Age no Cérebro?

Diário de Ciências — Débora Machry

Bem-vindo(a) à investigação científica sobre música e cérebro! Em cada missão você deverá usar o que aprendeu para descobrir como o cérebro percebe, interpreta, lembra, sente e responde à música.

🧠🎵🌿🔎

DETETIVES DO CÉREBRO

Uma missão interativa para descobrir como música, sono, movimento, convivência, pausas e aprendizagem se relacionam com o funcionamento do cérebro e o bem-estar.

Cérebro saudável em representação científica

O cérebro é um órgão complexo: diferentes regiões e redes trabalham juntas para perceber, aprender, lembrar, sentir e agir.

🔎 Missão: investigar como hábitos cotidianos podem favorecer o cuidado com o cérebro e a saúde mental. Saúde mental não significa estar feliz o tempo todo; envolve reconhecer emoções, descansar, conviver, expressar-se e buscar apoio quando necessário.
Progresso da missão: 0%

🧠 1. O cérebro em ação

Observe as fotografias e descubra algumas funções relacionadas às experiências apresentadas.

Música e circuito de recompensa no cérebro

🎵 Música e recompensa

A música pode envolver redes auditivas, emocionais e de recompensa.

Quando uma música é percebida como prazerosa, diferentes regiões podem atuar em conjunto. O núcleo accumbens faz parte dos circuitos de recompensa, e estudos de neuroimagem relacionam experiências musicais prazerosas à atividade desses circuitos.
Música, memória e cérebro

📚 Música e memória

Uma música pode estar associada a lembranças e experiências.

O hipocampo participa de processos de memória e aprendizagem. Música, emoções e contexto podem se combinar para facilitar a evocação de lembranças.
Sono e cérebro

😴 Sono e cérebro

O sono participa de processos importantes para o organismo.

Durante o sono acontecem processos importantes para a aprendizagem, memória e recuperação do organismo. Uma rotina de sono adequada faz parte do cuidado com a saúde.

🧪 2. Neurotransmissores, hormônios e emoções

Alguns termos são muito populares nas redes sociais. Vamos usar a Ciência para entendê-los com cuidado.

✨ Dopamina

Neurotransmissor envolvido em motivação, aprendizagem e recompensa.

A dopamina não é simplesmente “o hormônio da felicidade”. Ela é um neurotransmissor com várias funções e participa de diferentes circuitos cerebrais.

😊 Serotonina

Neurotransmissor que participa de diversos processos do sistema nervoso.

A serotonina participa de processos relacionados a humor, sono, apetite e outras funções. Não existe uma única substância responsável pela alegria.

🤝 Ocitocina

Hormônio e mensageiro químico com funções fisiológicas e sociais.

A ocitocina participa de diferentes processos do organismo e de interações sociais. Seus efeitos dependem do contexto e de redes biológicas complexas.
💡 Pista científica: sentimentos de alegria, satisfação ou tranquilidade não são produzidos por uma única “substância da felicidade”. Eles resultam da interação entre redes cerebrais, neurotransmissores, hormônios, experiências, ambiente e contexto.

🗺️ 3. Quais áreas e redes participam?

🎧 Áreas auditivas

Processam informações sonoras, incluindo aspectos da música.

❤️ Amígdala

Participa do processamento e avaliação emocional de estímulos.

📚 Hipocampo

Relaciona-se a processos de memória e aprendizagem.

⭐ Núcleo accumbens

Integra circuitos relacionados à recompensa e motivação.

🎯 Córtex pré-frontal

Participa de planejamento, atenção, controle e tomada de decisões.

🌡️ Hipotálamo

Ajuda a integrar respostas corporais e comunicação entre sistemas nervoso e endócrino.

🌿 4. Pequenas atitudes de cuidado

Movimento e bem-estar

🚶 Movimento

Movimentar-se de forma adequada à idade pode fazer parte de uma rotina saudável.

Pausa e respiração

🌬️ Pausa e respiração

Momentos de pausa podem ajudar a desacelerar e prestar atenção ao que estamos sentindo.

Convivência e cérebro

👫 Convivência

Relações respeitosas e apoio social contribuem para sentimentos de pertencimento.

🎵 5. Música: uma experiência para investigar

Cérebro e música, representação artística
Cérebro e música, representação artística

🎧 ouvir🎹 produzir💭 lembrar😊 sentir

Uma mesma música pode produzir respostas diferentes em pessoas diferentes. Isso acontece porque experiências musicais também dependem de memória, cultura, preferências, contexto e emoções.

🕵️ 6. DESAFIO DOS DETETIVES

Cada resposta correta vale 10 pontos. Leia as pistas antes de responder.

1. Qual região está relacionada ao circuito de recompensa e pode participar do prazer musical?
2. Qual substância está relacionada a processos de recompensa e motivação?
3. Qual estrutura está fortemente relacionada à memória?
4. Qual atitude pode fazer parte de uma rotina de cuidado com o bem-estar?
5. Por que não devemos chamar a dopamina simplesmente de “hormônio da felicidade”?

📝 7. Meu diário de bem-estar

Uma música que me faz lembrar de algo:

Que sensação, lembrança ou pensamento ela desperta?

Quais atitudes ajudam a cuidar do meu cérebro e do meu bem-estar?

🔎 Galeria científica

As imagens são representações educativas. Elas não mostram literalmente a atividade cerebral em tempo real.

💚 Uma descoberta importante

Cuidar da saúde mental não significa eliminar emoções difíceis. Significa desenvolver formas saudáveis de lidar com elas e buscar apoio quando necessário.

Se algo estiver difícil de enfrentar sozinho, conversar com um adulto de confiança, familiar, professor ou outro profissional responsável pode ser uma atitude de cuidado.

🎵 🧠

Avaliação da Atividade — Como a Música Age no Cérebro?

Agora queremos saber o que você achou da atividade! Sua opinião é muito importante para avaliarmos a experiência, a aprendizagem e os desafios propostos.

💚 Obrigada por participar!

Sua participação contribui para melhorar nossas atividades de Ciências.

Diário de Ciências — Débora Machry

terça-feira, 22 de setembro de 2026

73. Cidade Vive: Cacique Caiúbi-Jogo sobre a água, bacias hidrográfica e muito mais

💧🔎🌿

A ÁGUA QUE CONHECIA TODOS OS CAMINHOS

Uma história sobre água, território, investigação e cuidado
Diário de Ciências — Débora Machry

Naquela manhã, o Arroio Kruse parecia estar contando uma história.

Não era uma história dessas que começam com “era uma vez”.

Era uma história que começava muito antes.

Talvez antes mesmo de as crianças chegarem à escola.

Talvez antes de existirem as casas, as ruas, os muros e o asfalto.

Porque a água tem esse jeito curioso de chegar antes da gente.

Ela estava ali.

No pequeno fio que corria pelo arroio.
No verde das folhas.
Na terra úmida depois da chuva.
No corpo das crianças.
No ar.
Nas nuvens que atravessavam lentamente o céu.

E até naquela gota que, naquele instante, escorria pela folha de uma árvore.

Uma menina do sexto ano parou perto da margem.

Olhou demoradamente para o arroio e perguntou:

— Professora, de onde veio essa água?

A pergunta parecia simples.

Mas algumas perguntas pequenas abrem portas enormes.

A professora sorriu.

— Talvez seja essa a pergunta que precisamos investigar.

A menina olhou novamente para a água.

E, naquele momento, o arroio pareceu ficar maior.

Não em tamanho.

Em significado.

A professora contou que aquela água já poderia ter estado muito longe dali.

Talvez tivesse sido parte de uma nuvem.

Talvez tivesse caído como chuva sobre uma folha.

Talvez tivesse penetrado na terra.

Talvez tivesse escorrido pela superfície do solo.

Talvez tivesse passado por uma nascente, por um pequeno curso d'água, por um arroio, por um rio...

A água não fica parada.

Ela viaja.

Evapora.

Sobe.

Esfria.

Forma nuvens.

Volta para a Terra.

Infiltra-se.

Escorre.

Encontra outros caminhos.

E começa tudo outra vez.

As crianças ficaram em silêncio.

Era estranho pensar que uma simples gota pudesse ter uma história tão comprida.

— Então a água está sempre viajando? — perguntou outra criança.

— De certa maneira, sim — respondeu a professora. — E cada lugar por onde ela passa pode transformar essa viagem.
💧 • • • 🔎 • • • 🌿

As crianças olharam para o chão.

E começaram a perceber coisas que antes pareciam invisíveis.

Havia terra.

Havia folhas.

Havia raízes.

Havia pedras.

Havia pequenas plantas crescendo perto da água.

Mas também havia marcas de passagem.

Restos de resíduos.

Áreas sem vegetação.

Superfícies endurecidas.

E caminhos por onde a água da chuva provavelmente escorria.

Uma das crianças apontou:

— Professora, aquela água vai para onde?

A professora respondeu:

— Sigam o caminho.
🔎

Foi assim que nasceu a primeira missão: observar.

Não olhar apenas. Observar.

Porque olhar é passar os olhos.

Observar é perguntar.

A professora explicou que nenhum arroio existe sozinho.

Ele faz parte de uma rede.

Há cursos d'água menores.

Há afluentes.

Há rios.

Há nascentes.

Há áreas mais altas e mais baixas.

Há lugares onde a água começa sua caminhada e lugares onde ela continua até encontrar outro corpo d'água.

— Então o Arroio Kruse também faz parte de uma história maior? — perguntou um estudante.

— Sim.

E talvez essa tenha sido a descoberta mais bonita daquela manhã.

O arroio não era apenas um lugar perto da escola.

Era parte de um território.

E território não é somente aquilo que aparece no mapa.

Território também é memória.
É água.
É solo.
É gente.
É planta.
É animal.
É chuva.
É cuidado.
É aquilo que fazemos.
E também aquilo que deixamos de fazer.

Naquele dia, uma chuva forte caiu sobre o bairro.

As crianças observaram pela janela da escola.

A água descia rapidamente pela rua.

Alguns lugares permaneciam cobertos por concreto.

Outros tinham árvores, jardins e terra.

🌧️

— Por que a água corre mais rápido aqui?

A pergunta ficou no ar.

E outra surgiu:

— Para onde vai toda essa água?

Então eles começaram a compreender que o chão também participa da história da chuva.

Quando existe vegetação e solo protegido, parte da água pode infiltrar-se.

Quando há muito concreto e asfalto, a água encontra menos espaço para entrar na terra.

Ela corre pela superfície.

E, quando muita água corre ao mesmo tempo, os problemas podem aparecer.

A água não é inimiga.
A chuva não é inimiga.

O problema pode estar na forma como construímos e ocupamos o território.

Depois da chuva, as crianças voltaram ao arroio.

Havia marcas novas no solo.

Pequenos sulcos.

Terra deslocada.

Folhas acumuladas.

E alguns resíduos que não deveriam estar ali.

Uma garrafa.

Um pedaço de plástico.

Uma embalagem.

Ninguém sabia exatamente de onde tinham vindo.

Mas uma coisa todos compreenderam:

O que fazemos longe da água também pode chegar até ela.
— Então, quando alguém joga lixo na rua, esse lixo pode acabar no arroio?

A professora não respondeu imediatamente.

Olhou para as crianças.

Depois para a água.

🔎

— O que vocês acham?

Dessa vez, ninguém respondeu depressa.

Eles queriam investigar.

Queriam encontrar evidências.

Queriam descobrir.

Era assim que nascia um cientista.

Não aquele que sabe todas as respostas.

Mas aquele que tem coragem de fazer boas perguntas.

No caminho de volta para a escola, encontraram uma pequena área verde.

Ali havia diferentes plantas.

Insetos.

Pássaros.

Folhas de vários formatos.

Pequenas formas de vida que quase nunca apareciam nos cadernos.

Um estudante ficou observando um inseto sobre uma folha.

— Professora, isso também faz parte do arroio?

Ela sorriu.

— Talvez mais do que vocês imaginam.

Porque um território não é feito apenas de água.

É feito de relações.

Uma planta pode servir de alimento.
Um inseto pode polinizar.
Um pássaro pode se alimentar de outro organismo.
As raízes podem ajudar a proteger o solo.
A sombra das árvores pode transformar o ambiente.

Tudo conversa.
Mesmo quando não conseguimos ouvir.

Dias depois, na escola, as crianças entraram na horta.

Ali havia terra.

Sementes.

Folhas.

Água.

Vida.

— A horta também é parte dessa história?

Sim.

Porque a horta ensinava aquilo que nenhum desenho conseguiria ensinar completamente:

que a vida depende de relações.

Que a planta precisa de água.

Que o solo precisa ser cuidado.

Que pequenos organismos também têm importância.

Que produzir alimento também é aprender sobre natureza.

Que cuidar de um pequeno pedaço de terra pode ser uma maneira de cuidar do planeta inteiro.

🌱 • • • 💧 • • • 🔎

Naquela tarde, a professora reuniu a turma.

Sobre a mesa havia fotografias.

Anotações.

Mapas.

Desenhos.

Observações.

Perguntas.

E muitas pistas.

🔎 DETETIVES DO TERRITÓRIO

A professora escreveu no quadro:

DETETIVES DO TERRITÓRIO
— Nós somos detetives?

— São — respondeu a professora.

— E qual é o mistério?

A professora olhou pela janela. O Arroio Kruse estava ali. Correndo silenciosamente. Como sempre.

— O mistério é descobrir como a água, o solo, as plantas, os animais e as pessoas estão ligados.

Ninguém falou por alguns segundos.

Então um menino levantou a mão.

— E depois que a gente descobrir?

A professora sorriu.

— Depois, vocês terão outra missão.

— Qual?

— Decidir o que fazer com aquilo que descobriram.

Naquele momento, talvez as crianças tenham entendido algo que não estava escrito em nenhum livro.

Que conhecer um lugar muda a maneira como olhamos para ele.

Depois de descobrir a história da água, já não era possível olhar para uma poça da mesma maneira.

Depois de entender o caminho da chuva, já não era possível olhar para o asfalto sem pensar na água que correria por ele.

Depois de perceber a importância da vegetação, já não era possível passar por uma árvore sem notar sua sombra, suas folhas, suas raízes.

Depois de encontrar resíduos no arroio, já não era possível jogar uma embalagem fora sem pensar em seu destino.

E depois de conhecer o Arroio Kruse...

o arroio deixou de ser apenas um arroio.

Passou a ser parte da história deles.

Na saída, uma das crianças voltou até a margem.

Abaixou-se.

Pegou uma pequena folha que havia caído perto da água.

Olhou para ela.

Depois olhou para o céu.

Uma nuvem passava devagar.

A menina sorriu.

Talvez aquela água já tivesse sido nuvem.

Talvez aquela nuvem voltasse a ser chuva.

Talvez a chuva encontrasse o solo.

Talvez o solo alimentasse uma planta.

Talvez uma planta alimentasse um animal.

Talvez aquela água chegasse a outro rio.

E talvez, um dia, voltasse novamente para aquele mesmo lugar.

A menina finalmente entendeu.

A natureza não trabalha em pedaços.
Tudo está conectado.
Ela voltou para a escola correndo.

— Professora!

— O que foi?

— Acho que descobri uma coisa.

— O quê?

Ela respirou fundo e respondeu:

— A água conhece todos os caminhos.

A professora sorriu.

— E agora vocês precisam aprender a conhecer os caminhos dela.

Foi assim que começou a investigação.

Não com uma resposta.

Mas com uma pergunta.

Não com um livro fechado.

Mas com os olhos abertos.

Não com a certeza de saber tudo.

Mas com a coragem de procurar evidências.

Porque talvez seja isso que significa aprender Ciências:

olhar para o mundo com curiosidade suficiente para perguntar, coragem suficiente para investigar e sensibilidade suficiente para cuidar.

E o Arroio Kruse continuou correndo.

Levando água.

Levando histórias.

Levando pistas.

Esperando pelos seus próximos detetives.

💧 🔎 🌿 💧 🔎 🌿
🔎💧🌿

Agora é a sua vez...

Você recebeu as pistas.

Você conheceu a viagem da água.

Você descobriu que um arroio faz parte de uma rede.

Percebeu que o solo, a vegetação, os resíduos, os animais, a chuva e as pessoas estão ligados.

Agora chegou a hora de colocar seus conhecimentos à prova.

🔎 Vista seu olhar de cientista.
👀 Observe.
🧠 Pense.
🔬 Investigue.
✅ Escolha as respostas.
🏅 Colecione medalhas.
🚀 Avance pelas dez fases.

Descubra se você consegue conquistar o título de:

🏆 DETETIVE AMBIENTAL

A investigação começa agora.

🔎🌿
Diário de Ciências — Débora Machry
# —

DETETIVES DO TERRITÓRIO

Missão Água: investigando o Arroio Kruse

Expedição Científica — 6º ano
Água • Bacia Hidrográfica • Erosão • Resíduos • Biodiversidade • Enchentes • Horta

EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA A água conecta todos os territórios

📚 Antes da investigação: leia a pista científica

A água é essencial à vida. Ela está presente nos seres vivos, no solo, na atmosfera, nos rios, lagos, mares e oceanos. A água circula continuamente pela natureza por meio do ciclo hidrológico.

A água pode evaporar, condensar, precipitar e infiltrar-se no solo. Parte dela também pode escoar pela superfície até chegar aos cursos d'água. A vegetação participa desse processo e ajuda na proteção do solo e dos cursos de água.

Uma bacia hidrográfica é uma área do território em que as águas escoam para um mesmo curso d'água principal e seus afluentes. Nessa rede encontramos elementos como nascente, afluentes, várzeas, montante, jusante, divisor de águas e foz.

Quando o solo é protegido por vegetação, a água pode infiltrar-se com maior facilidade. Quando o solo é coberto por concreto ou asfalto, a infiltração diminui e o escoamento superficial pode aumentar.

🔎 Pista do Detetive: Observe o território. O que acontece com a água da chuva quando encontra vegetação? E quando encontra uma superfície impermeável?

🎯 O que vamos aprender?

💧 Compreender o ciclo da água e suas etapas.
🗺️ Reconhecer elementos de uma bacia hidrográfica.
🌱 Relacionar cobertura vegetal, infiltração e conservação do solo.
🌧️ Relacionar o uso do território ao escoamento da água e às enchentes.
♻️ Investigar relações entre resíduos, ambiente e cursos d'água.
🐦 Reconhecer a importância da biodiversidade para o equilíbrio ambiental.
🌿 Relacionar horta, solo, água, plantas e cuidado com o território.
🔬 Utilizar observações e evidências para explicar fenômenos ambientais.

💧 Pista visual — O ciclo da água

EVAPORAÇÃO CONDENSAÇÃO PRECIPITAÇÃO ESCOAMENTO / INFILTRAÇÃO
⭐ Pontos: 0 🔎 Fase: 0/10 🏅 Medalhas: 0/10
FASE 1 — O CHAMADO DA ÁGUA
💧

🏅 Painel de Medalhas dos Detetives

💧 Água em Movimento
🌧️ Ciclo da Água
🗺️ Explorador da Bacia
🌱 Guardião do Solo
♻️ Detetive dos Resíduos
🐦 Guardião da Biodiversidade
🌊 Investigador das Enchentes
🌿 Guardião da Horta
🔬 Cientista do Território
🏆 Detetive Ambiental
🏆🌎🔎

CERTIFICADO DE
DETETIVE AMBIENTAL

Certificamos que

Detetive Ambiental

concluiu a missão “Água — Fonte da Vida”, investigando o ciclo da água, as bacias hidrográficas, o solo, os resíduos, a biodiversidade, as enchentes e as relações entre natureza e território.

Pontuação: 0 pontos

🔎 Missão cumprida!
Conhecer o território é aprender a enxergar, investigar e cuidar do lugar onde vivemos.


Diário de Ciências — Débora Machry
EMEB Barão do Rio Branco

🔎🌿 Detetives do Território
Diário de Ciências — Débora Machry
Aprender Ciências é observar, investigar, levantar hipóteses, buscar evidências e cuidar do território.