Diário de Ciências — Débora Machry
Fase 1 — Conhecer, investigar e participar da Coleta Seletiva Permanente da EMEB Barão do Rio Branco
Educação ambiental • Participação • Sustentabilidade
EMEB Barão do Rio Branco — São Leopoldo/RS
A proposta é reunir a história, as práticas e os registros do projeto em um texto que os estudantes possam ler, consultar e utilizar como ponto de partida para suas próprias investigações.
1. Um projeto permanente de educação ambiental
A Coleta Seletiva Permanente da EMEB Barão do Rio Branco, em São Leopoldo (RS), é uma iniciativa que busca integrar a separação adequada dos resíduos sólidos ao cotidiano escolar. Mais do que recolher materiais recicláveis, a proposta envolve aprender sobre consumo, descarte, reaproveitamento, responsabilidade coletiva e cuidado com o ambiente.
Essa perspectiva também aparece nos registros do blog, que desde anos anteriores documentam práticas de educação ambiental desenvolvidas na escola. Em uma publicação de 2015, por exemplo, a professora aborda a importância de separar os resíduos secos e de compreender a relação entre o descarte inadequado, a poluição dos cursos d’água e os problemas provocados pelas chuvas.
Abraçando a causa ambiental — arquivo do blog de agosto de 2015
Leia a publicação e observe como a educação ambiental é relacionada aos resíduos e ao cuidado com a água.
2. Da sala de aula às práticas sustentáveis
O trabalho com resíduos sólidos também se relaciona às atividades pedagógicas de Ciências. Ao utilizar materiais reaproveitados na construção de recursos didáticos, os estudantes podem perceber que muitos objetos descartados ainda possuem possibilidades de utilização e que, depois do uso, precisam receber uma destinação adequada.
Em registros de 2019, o blog apresenta experiências com minhocários, estufas e outros recursos construídos com materiais reutilizados. As publicações relacionam essas práticas à aprendizagem, ao aproveitamento de materiais e à destinação correta dos resíduos.
Publicações de 2019 — Diário de Ciências
Explore os registros e identifique exemplos de reutilização de materiais em atividades pedagógicas.
Dessa maneira, a coleta seletiva permanente pode ser compreendida como parte de um processo educativo que articula conhecimentos científicos, atitudes cotidianas e participação coletiva. Separar os materiais é uma etapa importante, mas também é necessário refletir sobre a quantidade de resíduos produzidos, o consumo, o reaproveitamento e as responsabilidades envolvidas em sua destinação.
3. Organização, participação e destinação dos recicláveis
Em junho de 2026, o blog registrou novas ações do Projeto Coleta Seletiva na escola. A publicação relata a comercialização dos materiais recicláveis arrecadados, com R$ 250,00 de arrecadação, a retirada dos materiais que estavam armazenados no depósito e a pesagem de 14,9 kg de resíduos recicláveis em um recolhimento.
O mesmo registro apresenta a continuidade da busca por recipientes para armazenamento e relata uma ação de reaproveitamento criativo: a entrega de brinquedos confeccionados com materiais recicláveis, realizada com a participação das turmas 41 e 51 e destinada a crianças atípicas.
Projeto Coleta Seletiva — Educação Ambiental em Ação, publicações de junho de 2026
Essas experiências demonstram diferentes dimensões do trabalho: separar e encaminhar resíduos, organizar o armazenamento, buscar parcerias, envolver estudantes e transformar materiais em novas possibilidades de uso.
Os resultados relatados nessa publicação são registros de uma etapa específica do projeto. A continuidade da iniciativa exige acompanhamento, organização e avaliação das ações realizadas, identificando avanços, dificuldades e necessidades da comunidade escolar.
4. Educação ambiental, cidadania e responsabilidade coletiva
A coleta seletiva na escola também oferece oportunidades para discutir direitos e deveres relacionados ao ambiente. Em outra publicação de junho de 2026, o blog reúne referências jurídicas relacionadas ao projeto, incluindo o artigo 225 da Constituição Federal, que estabelece o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e o dever coletivo de defendê-lo e preservá-lo.
A educação ambiental, nesse contexto, não deve se limitar a transmitir orientações sobre quais materiais podem ser reciclados. Ela também precisa favorecer perguntas, investigação, reflexão crítica e participação:
- Por que produzimos tantos resíduos?
- Como os materiais são separados e armazenados?
- Qual é a destinação dos materiais?
- Que dificuldades a escola encontra?
- Como estudantes, profissionais e famílias podem colaborar?
Essas perguntas ajudam a aproximar o conhecimento escolar das situações concretas vividas pela comunidade.
5. A pesquisa diagnóstica: ouvir para compreender e melhorar
Uma etapa importante deste trabalho é conhecer como a comunidade compreende e participa da coleta seletiva. Para isso, foi elaborado um formulário de pesquisa que permite reunir respostas e identificar percepções, práticas, dúvidas e dificuldades relacionadas ao projeto.
A pesquisa diagnóstica complementa as atividades práticas: enquanto os registros do blog documentam ações realizadas, as respostas ao formulário poderão contribuir para compreender aspectos da participação e orientar o planejamento das próximas etapas. Os resultados, entretanto, deverão ser analisados após a coleta das respostas; não é adequado antecipar conclusões antes dessa análise.
Participe da pesquisa sobre a coleta seletiva
O formulário integra esta etapa de investigação. Responda com atenção e contribua para a compreensão das práticas de separação dos resíduos e das possibilidades de melhoria na escola.
ACESSAR O FORMULÁRIO DA PESQUISA
Se o botão não abrir, copie este endereço:
https://forms.gle/KkogTZm4iu1T5kip7
6. O compromisso com a continuidade
A palavra permanente expressa o compromisso de não tratar a coleta seletiva como uma atividade isolada ou restrita a uma data comemorativa. Sua continuidade depende de hábitos, organização, acompanhamento dos materiais, diálogo e participação da comunidade escolar.
Na EMEB Barão do Rio Branco, os registros publicados no Diário de Ciências permitem acompanhar diferentes experiências relacionadas à educação ambiental, ao reaproveitamento de materiais e à gestão dos resíduos sólidos. Esses registros constituem uma memória das práticas pedagógicas documentadas e um ponto de partida para novas investigações.
O desafio é continuar aprendendo com o que já foi realizado, reconhecer as dificuldades e construir, coletivamente, alternativas possíveis para uma escola mais sustentável.
Leiam as publicações indicadas, conheçam a trajetória do projeto e participem da pesquisa. Investigar o que fazemos, compreender os resultados e propor melhorias são atitudes fundamentais para fortalecer a educação ambiental no cotidiano escolar.
📎 Referências e registros do projeto
Coleta Seletiva Permanente — EMEB Barão do Rio Branco
Conhecer • Investigar • Participar • Transformar
Diário de Ciências — Débora Machry
DESAFIO AMBIENTAL DA BARÃO
Fase 1 — Conhecer, investigar e participar
Projeto Coleta Seletiva Permanente
EMEB Barão do Rio Branco — São Leopoldo/RS
🔎 Seja um Detetive Ambiental!
Você conhece as ações de coleta seletiva realizadas na nossa escola? Neste jogo, você vai investigar o que aprendemos sobre resíduos, reaproveitamento, participação e sustentabilidade.
Como jogar:
- Leia o texto da Fase 1 no blog.
- Consulte as publicações indicadas abaixo.
- Responda às 10 perguntas.
- Leia as explicações e descubra sua pontuação.
Cada resposta correta vale 10 pontos. Você pode jogar novamente!
📚 Antes de jogar, pesquise!
Abra os registros do Diário de Ciências para conhecer as experiências documentadas.
🏆 Resultado do desafio
Para refletir: o que podemos melhorar na coleta seletiva da nossa escola?
Este jogo não envia nem registra automaticamente as respostas dos estudantes. A pesquisa é respondida separadamente pelo formulário.
💚 Nosso compromisso
A coleta seletiva permanente não acontece apenas em um dia. Ela depende de participação, organização, separação dos resíduos, destinação adequada e aprendizagem contínua.
Investigar, aprender e agir: a sustentabilidade se constrói coletivamente!
🕵️ MISSÃO ESPECIAL: DETETIVES SOCIOAMBIENTAIS
ETAPA 2 — PRODUÇÃO AUTORAL
O mistério das águas
Três imagens. Muitas possibilidades. Uma história que será sua!
Investigue as pistas, observe as imagens e imagine uma narrativa inédita. O segredo do livro continua guardado para a leitura em sala de aula.
🎮 Como participar
Você será um detetive socioambiental. Em cada fase, resolverá um desafio sobre resíduos, água e criatividade. No final, usará imagens como inspiração para escrever uma história própria.
Fases concluídas: 0 de 5
⭐ Pontos: 0
🔎 O caso do resíduo viajante
Uma embalagem cai no pátio da escola. Chove, e a água começa a carregá-la em direção à rua.
Qual atitude ajuda a prevenir esse problema?
A Coleta Seletiva Permanente da EMEB Barão do Rio Branco convida a comunidade escolar a refletir sobre consumo, separação dos materiais e responsabilidade coletiva.
🌎 Continue investigando
A Coleta Seletiva Permanente da EMEB Barão do Rio Branco mostra como observação, participação e reflexão podem fazer parte da Educação Socioambiental.
DIÁRIO DE CIÊNCIAS — DÉBORA MACHRY
Detetives da História
Você consegue descobrir o que existe por trás do sonho de Cícero?
Leia com atenção, interprete as pistas e descubra que uma história pode dizer muito mais do que parece à primeira vista.
10 desafios de interpretação • Respostas com explicação • Pontuação automática
Você concluiu a investigação!
Sua pontuação:
Explique com suas palavras: por que o sonho de uma criança pode inspirar uma história sobre a preservação das águas?
Agora, leia o livro com sua turma e compare suas interpretações com a narrativa completa.
🌱 Pense além da resposta certa
Depois do jogo, converse com seus colegas:
- Uma história pode nos ajudar a olhar para um problema ambiental de outra maneira?
- Qual atitude de um personagem pode inspirar uma mudança no cotidiano?
- Como a história pode se relacionar com o cuidado dos arroios e do Rio dos Sinos?
Atividade educativa inspirada na obra Um Sonho de Cícero: preservação das nascentes, arroios, rios, mares..., de Débora Cristina Schilling Machry.
DETETIVES DA HISTÓRIA
Um Sonho de Cícero
Diário de Ciências — Débora Machry
EMEB Barão do Rio Branco • São Leopoldo/RS
Olá, Detetive Ambiental!
Chegou a hora de testar seus conhecimentos sobre a história Um Sonho de Cícero e refletir sobre a preservação das nascentes, dos arroios, dos rios e dos mares.
Leia as questões com atenção e responda com sinceridade. Na última questão, compartilhe sua própria ideia para uma história sobre o cuidado com a natureza.
📝 Antes de começar
- Tenha em mãos seu nome completo e sua turma.
- Leia cada pergunta com atenção.
- Escolha a alternativa que considerar correta.
- Escreva sua resposta autoral com suas próprias palavras.
🚀 Clique abaixo para responder!
ABRIR FORMULÁRIOO formulário será aberto em outra aba do navegador.
Se o botão não funcionar, clique aqui para abrir diretamente o Google Forms .
🌎 Sua missão continua!
Aprender sobre o ambiente é o primeiro passo. Transformar esse conhecimento em atitudes é a nossa missão!
Diário de Ciências — Débora MachryDIÁRIO DE CIÊNCIAS — DÉBORA MACHRY
RIO DOS SINOS
20 anos depois: o que aprendemos com a mortandade de peixes?
O desastre de 2006, os alertas de 2026 e a responsabilidade de cuidar da água.
🌎 Por que precisamos falar sobre o Rio dos Sinos?
O Rio dos Sinos faz parte da vida de milhares de pessoas, abastece comunidades e sustenta diferentes formas de vida. Sua qualidade depende das condições ambientais de toda a bacia hidrográfica: nascentes, arroios, vegetação, cidades, atividades econômicas e saneamento.
Em outubro de 2006, uma grave mortandade de peixes expôs as consequências da poluição. Vinte anos depois, a memória daquele desastre continua importante para discutir prevenção, fiscalização, monitoramento e educação ambiental.
Em 2026, também houve uma ocorrência de alterações no gosto e no cheiro da água, que mobilizou instituições responsáveis pelo abastecimento. É essencial distinguir esse episódio do desastre de 2006: as fontes consultadas não confirmam que a ocorrência de abril de 2026 tenha sido uma nova mortandade em massa de peixes.
Fontes: Comitesinos e Ministério Público do Rio Grande do Sul. Consulte os links ao final da reportagem.
Ilustração: Débora Cristina Schilling Machry — acervo da autora.
🗓️ Linha do tempo: memória, investigação e prevenção
7 a 9 de outubro de 2006
Uma tragédia ambiental. Na região da foz do Arroio Portão, foram retiradas aproximadamente 86 toneladas de peixes mortos, de pelo menos 16 espécies. Investigações documentaram lançamento de efluentes contaminados e descarte irregular de resíduos sem tratamento.
Ler a retrospectiva do MPRS.Abril de 2026
Alterações no gosto e no cheiro da água. A ocorrência mobilizou operadoras de abastecimento e motivou investigação técnica. Não devemos confundir alteração organoléptica da água com confirmação de mortandade de peixes ou afirmar uma causa que as fontes não estabeleceram.
Consultar notícia de maio de 2026.19 de agosto de 2026
Protocolo de contingência. O Comitesinos divulgou a aprovação da Deliberação 123/2026, com diretrizes de atuação e comunicação diante de alterações na qualidade da água. A notícia informa a articulação entre operadoras de saneamento e órgãos ambientais.
Ler sobre o protocolo.19 de outubro de 2026
Reparação pelos danos de 2006. O MPRS noticiou decisão judicial que fixou indenização por danos ambientais e coletivos relacionados ao desastre histórico. Trata-se de um desdobramento judicial do episódio de 2006, não de uma nova mortandade em 2026.
Consultar a decisão noticiada pelo MPRS.🐟 O que aconteceu em 2006?
Segundo o MPRS, o desastre ocorreu na região da foz do Arroio Portão. As investigações da época identificaram lançamento de efluentes contaminados e descarte irregular de resíduos sem tratamento.
O episódio provocou danos ao ecossistema e exigiu atuação dos órgãos ambientais e do sistema de Justiça.
Este quadro é uma ilustração informativa elaborada para a reportagem. Não é uma fotografia dos peixes mortos em 2006.
Ler a fonte oficial do MPRS🔬 Como pode ocorrer uma mortandade de peixes?
Peixes precisam de oxigênio dissolvido na água. Quando há excesso de matéria orgânica, os microrganismos que a decompõem podem consumir muito oxigênio. Em períodos de estiagem, a menor quantidade de água pode reduzir a diluição dos poluentes. Temperaturas elevadas também podem agravar o risco.
Esquema educativo: representa um mecanismo possível, não a comprovação da causa de qualquer ocorrência específica. A FEPAM descreve a relação entre estiagem, poluição orgânica, oxigênio dissolvido e risco de mortandade.
Consultar o monitoramento emergencial da FEPAM.🔎 O que sabemos sobre 2026?
Em abril, foram relatadas alterações de gosto e cheiro da água em municípios da bacia. O Comitesinos informou que operadoras de abastecimento compartilhavam dados e investigavam possíveis causas. Em agosto, foi divulgada a aprovação de um protocolo de contingência.
O que não devemos afirmar sem provas: que houve uma nova mortandade em massa de peixes em 2026; que o episódio de gosto e cheiro teve uma causa específica já comprovada; ou que um único fator explica toda alteração na qualidade da água.
A boa informação ambiental diferencia observações, análises laboratoriais, hipóteses e conclusões técnicas.
Conhecer o protocolo💧 Um sonho que precisa virar compromisso coletivo
Ilustração autoral de Débora Cristina Schilling Machry. Reproduzida com identificação da autoria.
♻️ O caminho dos resíduos: da rua ao rio
Quando resíduos são descartados nas ruas, a chuva pode transportá-los para bueiros, canais de drenagem e arroios. Dependendo da rede de drenagem e da localização, parte desses materiais pode alcançar o Rio dos Sinos e outros ambientes aquáticos.
Essa é uma das razões pelas quais a gestão dos resíduos sólidos deve começar antes que o lixo chegue aos cursos d'água. Mas é importante lembrar: a coleta seletiva não substitui o tratamento de esgoto, o controle de efluentes, a fiscalização e as políticas públicas.
🏫 Como podemos trabalhar contra novas tragédias na escola?
O trabalho realizado no Diário de Ciências oferece oportunidades para aproximar ciência, território e cidadania. As atividades escolares podem ajudar os estudantes a compreender como água, resíduos, solo, vegetação e decisões humanas se relacionam.
1. Fortalecer a coleta seletiva permanente
Separar os resíduos corretamente, reduzir desperdícios, reutilizar materiais quando apropriado e encaminhar recicláveis para a destinação adequada.
2. Investigar o território
Observar a escola, as ruas, os bueiros, as áreas verdes e os caminhos da água. Registrar evidências sem entrar em cursos d'água ou tocar em materiais perigosos.
3. Compreender a função da mata ciliar
A vegetação nas margens ajuda a proteger o solo contra erosão, contribui para a infiltração da água e oferece habitat a diferentes seres vivos.
4. Comunicar problemas com responsabilidade
Quando houver suspeita de descarte irregular, alteração incomum da água ou peixes mortos, registrar à distância e comunicar os órgãos competentes. A investigação da causa exige avaliação técnica.
5. Participar da vida coletiva
Estudantes, famílias, escola, poder público, empresas e instituições têm responsabilidades diferentes, mas complementares, na proteção das águas.
🕵️ Atividade investigativa: Detetives da Água
Missão: da escola ao Arroio Kruse, investigar como as ações humanas podem contribuir para proteger ou prejudicar a água.
- Identifique os locais de coleta seletiva existentes na escola.
- Observe como os resíduos são separados e armazenados.
- Represente, em um mapa, a relação entre escola, ruas, bueiros, áreas verdes e arroio.
- Explique por que o oxigênio dissolvido é importante para os peixes.
- Proponha três ações que a escola pode desenvolver e três ações que dependem do poder público ou de outros responsáveis.
💭 Questões para refletir
- Como o esgoto sem tratamento pode afetar a vida aquática?
- Qual é a relação entre o descarte incorreto de resíduos e a poluição da água?
- Por que a mata ciliar é importante para os arroios e rios?
- O que a coleta seletiva pode resolver e quais problemas exigem outras medidas?
- Como podemos comunicar um possível problema ambiental com responsabilidade?
Não entre na água, não toque em peixes mortos, não manipule resíduos perigosos e não colete amostras sem supervisão e orientação técnica. Registre suspeitas à distância e informe os órgãos competentes.
Cuidar da água começa perto de nós!
Observar, investigar, aprender, reduzir resíduos, proteger a vegetação e participar das decisões coletivas são passos importantes. A prevenção de novas tragédias depende de educação ambiental, saneamento, fiscalização, monitoramento e compromisso de toda a sociedade.
Diário de Ciências — Débora Machry
EMEB Barão do Rio Branco • São Leopoldo/RS
📚 Fontes consultadas e leitura complementar
- Ministério Público do Rio Grande do Sul — condenação por danos relacionados à mortandade de peixes de 2006. Publicação: 19/10/2026.
- Comitesinos — Sinos: 20 anos pós-desastre. Publicação: 06/10/2026.
- Comitesinos — plenária debate alterações de gosto e cheiro da água em abril de 2026. Publicação: 05/05/2026.
- Comitesinos — protocolo de contingência para alterações na qualidade da água. Publicação: 19/08/2026.
- Comitesinos — deliberações oficiais, incluindo a Deliberação CBHSINOS 123/2026.
- FEPAM — monitoramento emergencial do Rio dos Sinos: oxigênio dissolvido e nível da água.
- FEPAM — informações sobre a qualidade ambiental da bacia hidrográfica do Rio dos Sinos.
- Diário de Ciências — Arroio Kruse deixa sua mensagem.
- Diário de Ciências — Mapa Ecológico da Escola ao Arroio Kruse.
Nota editorial: reportagem educativa organizada a partir das fontes indicadas. As ocorrências de 2006 e 2026 foram diferenciadas. A ilustração de Cícero é identificada como obra autoral da professora. Os esquemas didáticos não são fotografias de eventos reais. As fotografias externas do Comitesinos foram retiradas desta versão. Última atualização desta pesquisa: 20 de outubro de 2026.
Missão Rio dos Sinos
Detetives da Água em Ação!
Investigue, descubra e ajude a proteger os arroios, os rios e a vida do nosso território!
EMEB Barão do Rio Branco — São Leopoldo/RS
🎯 Sua missão como detetive ambiental
Você vai cumprir cinco missões sobre a água, a mata ciliar, os resíduos, a investigação ambiental e as atitudes coletivas. Leia cada pergunta, marque uma resposta e clique em Corrigir missão.
Responda com atenção: o objetivo não é competir com os colegas, mas aprender a observar o território e pensar em soluções para cuidar da água.
🏅 Suas conquistas
Complete as missões para conquistar suas medalhas.
🎓 Certificado de Detetive da Água
Você concluiu as cinco missões! Preencha seu nome para preparar o certificado.
Certificado de Detetive da Água
Certificamos que
Detetive Ambiental
concluiu as cinco missões educativas da
Missão Rio dos Sinos — Detetives da Água em Ação!
Demonstrando conhecimentos sobre a água, a mata ciliar, os resíduos, a investigação do território e a responsabilidade coletiva na proteção ambiental.
Diário de Ciências — Débora Machry
EMEB Barão do Rio Branco — São Leopoldo/RS
🌱 Diário de Ciências — Débora Machry
📝 Atividade de Educação Socioambiental
Leia atentamente as questões, reflita sobre o que aprendemos e responda ao formulário. Sua participação ajuda a fortalecer a coleta seletiva, a cidadania e o cuidado com o meio ambiente.
Se o formulário não aparecer, clique aqui para responder em outra página.



Nenhum comentário:
Postar um comentário